Recursos financeiros

 

Quanto à distribuição do volume de despesas das associações (Figura 14) é importante referir que estão em maioria as associações com poucos recursos financeiros. Quase um terço das associações inquiridas afirma ter tido um volume de despesas inferior a 5 mil euros durante 2009 e apenas cerca de 20% afirma ter um volume de despesas superior a 100 mil euros.

É de notar a diferença entre as associações disciplinares e de cultura científica por um lado e as associações de profissionais científicos e técnicos e outras associações por outro, que têm um volume de despesas superior às primeiras. A proporção de associações com volume de despesas superior a 100 mil para as primeiras é de cerca de 15%, enquanto para as últimas é de 25% e 42%, respectivamente. Também é interessante referir que é entre as associações de cultura científica que são mais frequentes volumes de despesas inferiores a 5000 euros (44%).

 

Figura 14 Distribuição das associações por volume de despesas (%)

N = 85
 
 
 

Figura 15 Fontes de financiamento das associações (%)

N = 85

 

 

Verifica-se que as associações dependem sobretudo de rendimentos próprios para assegurar as suas actividades, especialmente das quotas e jóias dos associados (Figura 15). Cerca de metade das associações não contam com subvenções publicas ou donativos privados entre os seus rendimentos e não chegam a 20% as que dependem de um ou outro destes rendimentos em mais de 40%. Por último, é bastante claro o peso reduzido de rendas e juros de património entre as receitas das associações.

 

 
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