Relações externas

Por fim, verificámos que as associações desenvolvem e sustentam relações com uma multiplicidade de organizações externas de diversos tipos. É possível organizarem-se estas relações em três grandes tipos de interlocutores: em primeiro lugar, as entidades governamentais como o Ministério da Ciência e outros, a Assembleia da República, a agência Ciência Viva ou a Fundação para a Ciência e Tecnologia. Estas entidades surgem tanto como interlocutoras da ação associativa como enquanto financiadoras, desempenhando um papel importante, mas não isento de críticas. Em segundo lugar, temos as outras associações, que atuam como parceiras em alguns projetos e que, em certos casos, acabam por estabelecer-se em plataformas mais ou menos formais, por vezes de cariz internacional. Finalmente, encontramos entidades como escolas, empresas e autarquias que, a um nível mais local, atuam tanto como financiadoras ou prestadoras de apoios como enquanto parceiras na organização de determinadas atividades. 

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